
‘não parecia um ser humano, era uma fagulha’.
[a pele que habita]
não me apague em rastros da sua promessa.
não me reconheça por qualquer ruído.
não se faça casto ao escasso que lhe resta.
gaste o seu apego (o seu sacrifício).
se lhe tive fogo e me força à cinza,
não dispensa em sopro o amargo que habita.
pensa (com)sentido impôr essa faísca,
não faça silêncio como falsas rimas.
Tags:a pele que habito, pele
“não faça silêncio com falsas rimas”. perfeito isso, eu diria.
obrigada, mandinha..
é a frase que descreve perfeitamente o que eu deveria ter dito.